Tom Morello fala sobre o fim do Rage Against the Machine: “Falta de maturidade emocional”.

“Falta de maturidade emocional”. Foi assim que o guitarrista Tom Morello definiu o momento em que o Rage Against the Machine vivia no ano 2000, logo após o lançamento de seu quarto álbum, “Renegades”. Em uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, em seu podcast, “It’s Electric”, no canal Beats 1, Morello também assumiu a culpa pela banda não ter se reunido antes de 2007.

“Para uma banda que tinha elementos extremamente combustíveis, ter feito quatro álbuns e poder tocar todos os shows que fizemos, creio que foi um milagre”, afirmou o guitarrista.

O Rage Against the Machine se reuniu em 2007, após o término do Audioslave, banda que, além de Morello, contava também com Tim Commerford e Brad Wilk, baixista e baterista do Rage Against the Machine, respectivamente. Os três voltaram a se juntar na banda “Prophets of Rage”.

Assista abaixo a entrevista completa:



Designer, sociólogo de boteco, baixista de fim de semana, DJ ocasional, leitor ávido de Wikipédia e escritor de romances de gaveta. Manézinho de nascimento, criado em Porto Alegre e atualmente mora em São Paulo. Como todo bom crítico, já tocou em várias bandas que não deram em nada.


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