“Pink Revolver” – Pink Revolver

Pink Revolver - Independente

Independente - 4.5

4.5

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Sou um grande fã de garotas em bandas. Quando elas fazem algo pra valer, é de coração e isso é claro demais na músicas. Acho sensacional! Vocais femininos, na minha opinião, são os melhores. Exemplos são bandas como: PUNCH, All for Nothing, The Donnas, Distillers, The Weather Girls, Walls of Jericho, Bambix, e uma que eu sou bem fã, tanto pela musica quanto pela atitude, Gossip.

Enfim, vamos para a Pink Revolver. Uma banda de Florianópolis formada em 2010. Sua proposta é tocar rock clássico. Informações encontradas em uma breve pesquisa na interwebs. O CD que veio parar em minhas mãos não tem título, ok.

No começo da bolachinha o instrumental me agradou de início (apesar de que quando li rock clássico como influencia não encontrei quase nada, e sim um pop rock de massa). Entrou o vocal e minha leitura se fortaleceu ainda mais.

Achei o trabalho um pouco cansativo em termos musicais. O instrumental é ok, mas o vocal achei bem massante. Afinadíssimo, porém cansativo. Por ser uma banda de rock, achei que faltou um pouco de atitude rocker, ou melhor, os erro! Da desafinação, passando pela distorção mais suja, aquele vocal mais rasgado com o sentimento preso na garganta pronto para gritar ao mundo. Ao meu ver faltou o que faz do rock ser o ROCK!

Sabe quando você compra uma coisa na internet, vê a descrição do produto, faz a compra e quando o produto chega na sua casa não é aquilo que você pensava que era? Pois bem, me senti assim. Li rock clássico, encontrei vários covers na internet de grandes bandas de rock e quando ouvi o CD me senti um pouco frustrado. Esperava mais… bem mais. Trazendo para bandas nacionais é meio que você vai no show querendo ver Dominatrix e aparece a Vagabanda!!!

Questionei um amigo sobre o som ao vivo, visto que fiz essa leitura ouvindo somente o CD. Enfim, só concretizou o que percebi. Talvez essa resenha ajude a encontrar um caminho melhor para a banda ou quem sabe assumir a identidade e abrir o show do Jota Quest.



27 anos, magrelo e estranho. Na música desde os 12 anos quando ouviu o Ride The Lightning do Metallica. Depois disso, as coisas só pioraram.


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