Os melhores álbuns de 2018 por Xando Passold

Destaques de 2018 para os catarinenses Frabin, Adorável Clichê, Monte Resina, e principalmente as Leuca, que me impressionaram demais. Autoramas com seu melhor disco; Amarelo Piscante e Lupe De Lupe para uma meditação, pensamento ou análise detalhada sobre um assunto determinado, sobre si próprio, sobre algum problema ou sentimento; Bike derretendo; Lê Almeida clássico do indie nacional; e Paquetá fritando.

Construindo a lista internacional reparei na quantidade de clássicos do indie rock entregando discão em 2018. O que me fez desistir das novidades e fazer uma homenagem a essas bandas que influenciaram tanta gente, e continuam mandando benzasso. Pra esses monstros nem precisa descrição, escuta aí.

Nacional

Adorável Clichê – O que existe dentro de mim (Independente)
Amarelo Piscante – Entre com cuidado no (Independente)
Autoramas – Libido (HBB Records)
Bike – Their Shamanic Majesties’ Third Request (Independente)
Frabin – Tropical Blasè (Midsummer Madness)
La Leuca – Dente de Leite (Deckdisc)
Lê Almeida – Amenidades (Deck)
Lupe de Lupe – Vocação (Balaclava Records)
Monte Resina – Aluado Bulimor (Infrasound)
Paquetá – Badtrip for Democracy (Tratore)

Internacional

The Breeders – All Nerve (4AD)
Cowboy Junkies – All That Reckoning (Latent)
Calvin Johnson – A Wonderful Beast (K Records)
Cat Power – Wanderer (Domino)
Dean Wareham / Cheval Sombre – Dean Wareham vs. Cheval Sombre (Double Feature)
Jon Spencer – Spencer Sings the Hits (In the Red Records)
Low – Double Negative (Sub Pop)
Spiritualized – And Nothing Hurt (Fat Possum Records)
Stephen Malkmus & the Jicks – Sparkle Hard (Matador)
Superchunk – What a Time to Be Alive (Merge)




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